terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
insana
Encontrei Nanda em uma reunião de amigos, era a segunda vez que nos víamos.
A primeira vez que a vi fiquei um pouco tímida e troquei apenas algumas palavras, mas percebia o jeito que ela me olhava.
Aquele olhar inocente e ao mesmo tempo sexy que ela lançava em minha direção me enlouquecia, mas preferi ficar no meu canto, talvez fosse coisa da minha cabeça.
Fui no aniversário de Pedro, um amigo em comum nosso e lá estava ela com um vestidinho preto que acentuava as curvas,um batom vermelho estonteante e um cheiro de primavera que eu não consigo esquecer até hoje.
Nanda veio conversar comigo e pude perceber o quanto tínhamos em comum, perdi a timidez e deixei bem claro que a desejava mais que qualquer coisa naquele momento.
De repente senti que seria a oportunidade perfeita, quando ela me chamou pra mostrá-la onde ficava o banheiro.
Não me exitei e logo levei ela pro andar de cima da casa, onde ficava o quarto do Pedro que era um suíte.
Sentamos na cama e brincamos um pouco com o Fred o gato da casa. Deitei Fred ao lado de minha perna, e quando ela acariciava o gato, ela passava a mão na minha perna, e sua mão subia cada vez mais.
Até que não me aguentei de tesão e joguei ela na parede.Dei-lhe um beijo e fui arrancando o vestido, nos trancamos no quarto já que todo mundo lá embaixo estava louco o suficiente pra não sentir nossa falta.
Ela repetia o quanto queria que meus dedos ultrapassassem sua calcinha e eu não resisti.
A maneira que ela apertava minhas pernas, que ela ia deslizando seus dedos em meio ao meu corpo.
Depois de muito sexo, descemos as escadas como se nada tivesse acontecido, nos despedimos e fomos cada uma pra um canto da cidade.
Vez ou outra ainda sinto o cheiro dela em meio as minhas fantasias.
A primeira vez que a vi fiquei um pouco tímida e troquei apenas algumas palavras, mas percebia o jeito que ela me olhava.
Aquele olhar inocente e ao mesmo tempo sexy que ela lançava em minha direção me enlouquecia, mas preferi ficar no meu canto, talvez fosse coisa da minha cabeça.
Fui no aniversário de Pedro, um amigo em comum nosso e lá estava ela com um vestidinho preto que acentuava as curvas,um batom vermelho estonteante e um cheiro de primavera que eu não consigo esquecer até hoje.
Nanda veio conversar comigo e pude perceber o quanto tínhamos em comum, perdi a timidez e deixei bem claro que a desejava mais que qualquer coisa naquele momento.
De repente senti que seria a oportunidade perfeita, quando ela me chamou pra mostrá-la onde ficava o banheiro.
Não me exitei e logo levei ela pro andar de cima da casa, onde ficava o quarto do Pedro que era um suíte.
Sentamos na cama e brincamos um pouco com o Fred o gato da casa. Deitei Fred ao lado de minha perna, e quando ela acariciava o gato, ela passava a mão na minha perna, e sua mão subia cada vez mais.
Até que não me aguentei de tesão e joguei ela na parede.Dei-lhe um beijo e fui arrancando o vestido, nos trancamos no quarto já que todo mundo lá embaixo estava louco o suficiente pra não sentir nossa falta.
Ela repetia o quanto queria que meus dedos ultrapassassem sua calcinha e eu não resisti.
A maneira que ela apertava minhas pernas, que ela ia deslizando seus dedos em meio ao meu corpo.
Depois de muito sexo, descemos as escadas como se nada tivesse acontecido, nos despedimos e fomos cada uma pra um canto da cidade.
Vez ou outra ainda sinto o cheiro dela em meio as minhas fantasias.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Acabamos a noite bêbadas e chorando por pessoas que sequer lembram da nossa existência;
Vamos pra lugares cheio de pessoas de corações vazios que nos satisfazem momentaneamente e depois deixam um rombo enorme.
Beijar uma boca qualquer, beber uma bebida qualquer, usar uma droga qualquer;
Éramos obrigadas a anestesiar a dor causada por corações partidos.
Fugir da realidade nunca se tornou tão fácil e tão certo.
E no fim só queríamos deitar a cabeça em nossos travesseiros e dormir com eles secos a noite toda.
Vamos pra lugares cheio de pessoas de corações vazios que nos satisfazem momentaneamente e depois deixam um rombo enorme.
Beijar uma boca qualquer, beber uma bebida qualquer, usar uma droga qualquer;
Éramos obrigadas a anestesiar a dor causada por corações partidos.
Fugir da realidade nunca se tornou tão fácil e tão certo.
E no fim só queríamos deitar a cabeça em nossos travesseiros e dormir com eles secos a noite toda.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Convite pra cerveja
Saí do trabalho e estava a caminho de casa quando meu celular apita, uma mensagem.
Era a SUA mensagem me chamando pra tomar uma cerveja pois estava com saudades.
OK! você sabe que não resisto a sua voz suave me pedindo - por favor!
Acabei aceitando, passei em casa pra me arrumar e logo fui te encontrar.
Você me deu um abraço tão apertado e puro que uma lágrima rolou dos meus olhos involuntariamente.
-Que idiota! preciso ser forte, afinal foi ela que quis terminar.
Mas ao mesmo tempo meu coração queria se render aos seus carinhos. Eu não podia e deveria permanecer assim até o fim, para não estragar algo que poderia dar certo dessa vez.
Continuei firme durante toda a conversa, evitando olhar nos seus olhos e te imaginar nua, mas foi inevitável, muitas vezes me distraí lembrando de como era bom o sexo com você e como eu sentia falta daquilo tudo;
Será que você sentia o mesmo ou já tinha outra pessoa?
Passei o tempo todo me perguntando isso e lembrando de como era bom quando eu e você éramos nós.
Sabia que logo acabaria essa cerveja, você iria embora e eu ficaria vivendo de lembranças novamente;
Confesso que me surpreendi quando você pediu pra ir dormir comigo aquela noite.
O que aconteceu depois disso, vai render outros posts qualquer dia desses;
Era a SUA mensagem me chamando pra tomar uma cerveja pois estava com saudades.
OK! você sabe que não resisto a sua voz suave me pedindo - por favor!
Acabei aceitando, passei em casa pra me arrumar e logo fui te encontrar.
Você me deu um abraço tão apertado e puro que uma lágrima rolou dos meus olhos involuntariamente.
-Que idiota! preciso ser forte, afinal foi ela que quis terminar.
Mas ao mesmo tempo meu coração queria se render aos seus carinhos. Eu não podia e deveria permanecer assim até o fim, para não estragar algo que poderia dar certo dessa vez.
Continuei firme durante toda a conversa, evitando olhar nos seus olhos e te imaginar nua, mas foi inevitável, muitas vezes me distraí lembrando de como era bom o sexo com você e como eu sentia falta daquilo tudo;
Será que você sentia o mesmo ou já tinha outra pessoa?
Passei o tempo todo me perguntando isso e lembrando de como era bom quando eu e você éramos nós.
Sabia que logo acabaria essa cerveja, você iria embora e eu ficaria vivendo de lembranças novamente;
Confesso que me surpreendi quando você pediu pra ir dormir comigo aquela noite.
O que aconteceu depois disso, vai render outros posts qualquer dia desses;
Teletransporte
Antes de dormir pensei em você como de costume, mas algo aconteceu diferente;
Eu me teletransportei para o seu quarto e você estava lá dormindo como um anjo.
Cuidei para não fazer barulho e acordar todo mundo... Sentei na beirada da sua cama e fiquei por horas te observando.
O quarto se encontrava exatamente igual da última vez.
Seus porta-retratos em cima do criado mudo, o pôster atrás da porta e a janela que dava pra ver a lua como sempre aberta.
Você sorria como se estivesse sonhando com algo bom, talvez você também tivesse se teletransportado para o meu quarto;
Me senti tão ligada a você e não queria que terminasse nunca;
Me preocupei em observar tudo com muito cuidado pois não sabia se veria tudo isso de novo.
Talvez sorria pelo meu quarto bagunçado, ou pelo pijama furado, só quero acreditar que sonhava comigo e que de alguma forma estávamos mais próximas que isso tudo;
Você mesma me disse uma vez que tínhamos uma ligação muito forte pois eu conseguia adivinhar quando estava precisando de mim.
Conseguia sentir de longe aquele seu cheiro suave de primavera, e sentia vontade de te abraçar cada vez mais.
Fiquei ensaiando esse toque por horas com medo de você acordar.
Quando de repente tomei coragem de pegar na sua mão meu despertador tocou e eu acordei no meu quarto segurando minha própria mão.
Loucura ou não, eu só espero que isso se repita mais vezes.
Eu me teletransportei para o seu quarto e você estava lá dormindo como um anjo.
Cuidei para não fazer barulho e acordar todo mundo... Sentei na beirada da sua cama e fiquei por horas te observando.
O quarto se encontrava exatamente igual da última vez.
Seus porta-retratos em cima do criado mudo, o pôster atrás da porta e a janela que dava pra ver a lua como sempre aberta.
Você sorria como se estivesse sonhando com algo bom, talvez você também tivesse se teletransportado para o meu quarto;
Me senti tão ligada a você e não queria que terminasse nunca;
Me preocupei em observar tudo com muito cuidado pois não sabia se veria tudo isso de novo.
Talvez sorria pelo meu quarto bagunçado, ou pelo pijama furado, só quero acreditar que sonhava comigo e que de alguma forma estávamos mais próximas que isso tudo;
Você mesma me disse uma vez que tínhamos uma ligação muito forte pois eu conseguia adivinhar quando estava precisando de mim.
Conseguia sentir de longe aquele seu cheiro suave de primavera, e sentia vontade de te abraçar cada vez mais.
Fiquei ensaiando esse toque por horas com medo de você acordar.
Quando de repente tomei coragem de pegar na sua mão meu despertador tocou e eu acordei no meu quarto segurando minha própria mão.
Loucura ou não, eu só espero que isso se repita mais vezes.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Ás vezes fico pensando se perdi minha capacidade de escrever qualquer coisa ou se me falta vida, sentimentos.
Sempre escrevi sobre o que estava sentindo, se estava feliz, triste, apaixonada, sofrendo por amor.
E de repente tento enxergar dentro de mim, da minha alma e não vejo nada.
Tá tudo vazio, como uma casa abandonada cheia de poeira esperando pra que alguém mude e cuide do jardim.
As flores murcharam e cresceram um monte de ervas daninhas, tapando a fachada da casa.
A aparência ta triste, suja e abandonada. Talvez seja assim com o coração da gente, de tanta decepção chega uma hora que param de nascer flores e passa a nascer pragas em lugares e momentos indesejados.
O coração pode estar sendo habitado, mas se a pessoa não souber cuidar as pragas continuam lá. É preciso que chegue alguém e limpe tudo, plante novas flores e troque o papel de parede da casa. Quem sabe assim ela esteja pronta para ser habitada por mais um tempo, até o novo morador se cansar e abandonar a casa novamente.
Sempre escrevi sobre o que estava sentindo, se estava feliz, triste, apaixonada, sofrendo por amor.
E de repente tento enxergar dentro de mim, da minha alma e não vejo nada.
Tá tudo vazio, como uma casa abandonada cheia de poeira esperando pra que alguém mude e cuide do jardim.
As flores murcharam e cresceram um monte de ervas daninhas, tapando a fachada da casa.
A aparência ta triste, suja e abandonada. Talvez seja assim com o coração da gente, de tanta decepção chega uma hora que param de nascer flores e passa a nascer pragas em lugares e momentos indesejados.
O coração pode estar sendo habitado, mas se a pessoa não souber cuidar as pragas continuam lá. É preciso que chegue alguém e limpe tudo, plante novas flores e troque o papel de parede da casa. Quem sabe assim ela esteja pronta para ser habitada por mais um tempo, até o novo morador se cansar e abandonar a casa novamente.
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